Você já ouviu falar sobre o termo francês Vélib? O serviço Vélib é empregado em paris e é muito conhecido pela divulgação feita pela capital francesa, Paris. O que poucos sabem é que este serviço foi inspirado do modelo de bicicletas públicas utilizadas em São Paulo e Rio de Janeiro.
O Vélib resume-se no aluguel de bicicletas em que o usuário pega a bicicleta em um local e entrega em outro ponto da cidade.
Porém a ousada Paris a pouco decidiu inovar com a idéia brasileira. Após a bicicleta, Vélib, a cidade luz se prepara para pôr em marcha uma nova versão do serviço, alugando carros, o Autolíb.
O serviço é idêntico ao da bicicleta, ou seja, você pega o carro em um local e deixa-o em outro. O programa é excelente para usar o veículo em curtas distâncias, fazer compras, sair a noite, ir ao aeroporto e nem precisa se preocupar com combustível, seguro, estacionamento.
A idéias é que haja grande rotatividade no uso do carro, utilizando-o apenas quando necessário, por curto período de tempo. Segundo o projeto do prefeito Bertrand Delanoë o custo para utilizar um veículo é a partir de € 4 (R$ 13) por cada meia hora de uso. Os carros deverão ser elétricos, menos poluentes, e recarregados nas estações. Deverão ser montadas 1400 estações para manter a circulação inicial de 4000 veículos na capital e na grande Paris.
De acordo com a visão socióloga o carro é menos visto como status social e passa a ser entendido como um serviço. E existe dois fatores fortes para consolidar o Autolíb: a perda do poder aquisitivo e a crise financeira.
Desta forma podemos ver a diferença entre os criativos e os inovadores. Os criativos criam e se acham o máximo quando alguém copia a idéia e não dão sequer um centavo. E os inovadores que copiam dos criativos sem dar nenhum centavo otimizam a criação dos criativos e faturam muito mais.
O Vélib resume-se no aluguel de bicicletas em que o usuário pega a bicicleta em um local e entrega em outro ponto da cidade.Porém a ousada Paris a pouco decidiu inovar com a idéia brasileira. Após a bicicleta, Vélib, a cidade luz se prepara para pôr em marcha uma nova versão do serviço, alugando carros, o Autolíb.
O serviço é idêntico ao da bicicleta, ou seja, você pega o carro em um local e deixa-o em outro. O programa é excelente para usar o veículo em curtas distâncias, fazer compras, sair a noite, ir ao aeroporto e nem precisa se preocupar com combustível, seguro, estacionamento.
A idéias é que haja grande rotatividade no uso do carro, utilizando-o apenas quando necessário, por curto período de tempo. Segundo o projeto do prefeito Bertrand Delanoë o custo para utilizar um veículo é a partir de € 4 (R$ 13) por cada meia hora de uso. Os carros deverão ser elétricos, menos poluentes, e recarregados nas estações. Deverão ser montadas 1400 estações para manter a circulação inicial de 4000 veículos na capital e na grande Paris.
De acordo com a visão socióloga o carro é menos visto como status social e passa a ser entendido como um serviço. E existe dois fatores fortes para consolidar o Autolíb: a perda do poder aquisitivo e a crise financeira.Desta forma podemos ver a diferença entre os criativos e os inovadores. Os criativos criam e se acham o máximo quando alguém copia a idéia e não dão sequer um centavo. E os inovadores que copiam dos criativos sem dar nenhum centavo otimizam a criação dos criativos e faturam muito mais.




















