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sexta-feira, 26 de junho de 2009

Michael Jackson faleceu dia 25 de junho (quinta-feira), aos 50 anos, em Los Angeles, nos Estados Unidos de parada cardíaca. Familiares de Jackson e muitos fãs foram até o hospital prestar homenagens ao cantor.
O cantor estava se preparando fisicamente para a turnê “This Is It”. O excesso de treinos já é apontado, pela mídia americana, como um dos prováveis motivos para o infarto.
Nascido em 29 de agosto de 1958, Jackson começou a cantar e a dançar aos cinco anos de idade. Tornou-se um fenômeno aos 11, à frente do Jackson 5, onde cantava com seus irmãos. Mas a consagração veio com a carreira solo.
Michael foi o criador de um estilo totalmente novo de dança, utilizando especialmente os pés. Com suas performances no palco e clipes, Jackson popularizou uma série de complexas técnicas de dança conhecidas como Moonwalker.
Jackson foi um dos poucos artistas a entrarem duas vezes ao Rock And Roll Hall of Fame, seus outros prêmios incluem uma série de recordes certificados pelo Guinness(livro dos recordes) - um deles para o álbum Thriller, mais vendido no mundo em todos os tempos; doou milhões de dólares durante toda sua carreira à causas beneficentes através da Dangerous World Tour, entrando no Guinness, como o artista que mais ajudou pessoas no mundo, ajudando mais de 39 organizações.
Faturou 19 Grammys em carreira solo e 6 com The Jacksons e 41 canções chegaram ao topo das paradas como cantor solo - e vendas que superam as 750 milhões de unidades mundialmente. Empresas como Sony registraram marcas de mais de 1 bilhão. Nos últimos anos, foi citado como o homem mais conhecido mundialmente.
Michael Jackson esteve três vezes no Brasil. Em Setembro de 1974, com apenas 16 anos, com os Jackson 5; em Outubro de 1993 fez dois shows no Morumbi, em São Paulo; em 1996 esteve novamente no Brasil para gravar um clipe da música They Don't Care About Us, na Favela Santa Marta do Rio de Janeiro e no Pelourinho, em Salvador gravando com o Olodum.
No entanto, outros aspectos da sua vida pessoal, como a mudança de sua aparência, principalmente a da cor de pele devido a um suposto vitiligo, geraram controvérsia significante a ponto de prejudicar sua imagem pública.
Em 1993 foi acusado de abuso de crianças, mas a investigação foi arquivada devido a falta de provas e Jackson não foi a tribunal. Depois, casou-se três vezes e foi pai de três filhos, Todos os quais geraram controvérsia do público. O cantor teve experiências com crises de saúde desde o início dos anos 90 e sofreu também comentários sobre sua situação financeira. Em 2005, Jackson foi julgado e absolvido das alegações de abuso infantil.
Michael preparava “This Is It” uma série de 50 concertos que teria início em 13 de Julho de 2009, na O2 Arena, em Londres, para a comemorar seus 50 anos de idade. Os ingressos deste concertos foram vendidos em poucos minutos quando anunciados. Os shows seriam suas primeiras aparições significantes desde 1997.
Michael Jackson partiu como de costume totalmente discreto, sem nenhuma fortuna, mas deixando para sempre uma legião de ídolos que almejavam ver um show do artista uma última vez. Mrs. Jackson sempre sentiremos falta de seus shows quer seja dentro ou fora de palco. Nossa humilde homenagem a você.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Os mais ricos do Brasil - Versão: Crise Econômica/09

Em tempos de crise até os mais ricos do mundo lutam para evitar grandes perdas, porém, uma crise não escolhe um ou outro e vem atacando em geral. Quem fica feliz com a crise são poucos, geralmente os com negócios sólidos, e provavelmente um destes é Bill Gates que recuperou o status de homem mais rico do mundo após anos vendo Carlos Slim e, depois, Warren Buffet ficarem com o posto.
E não foi apenas com os gigantes de bolso que a crise mexeu não. Dos doze brasileiros listados entre as 1200 pessoas mais ricas do mundo apenas quatro conseguiram aumentar seus ativos e todos os outros oito tiveram perdas imensas. Entre estes quatro estão Jorge Paulo Lemann, Marcel Herman Telles e Dorothéa Steinbruch.
O que mais chama a atenção é que os três primeiros são sócios da Ambev que lucraram imensamente com a compra da Interbrew formando a Inbev, uma das maiores empresas de cerveja do mundo. Já a única mulher da lista e quarta da lista a aumentar seus ativos é dona-sócia da maior empresa de aço do Brasil e a pouco a empresária se tornou sócia majoritária através de uma negociação com lucro de mais de 300 milhões.
Para fins de conhecimento pesquisamos a vida de cada um e de forma concisa apresentamos a forma como cada um conseguiu chegar ao topo do Brasil e marcar presença na lista dos mais ricos do mundo segundo a revista Forbes:
1. Eike Batista
Ranking Geral/Forbes: 61
Fortuna: US$ 7.5 Bilhões
Empresário que atua em várias áreas, com destaque para o setores de mineração e petróleo. É conhecido por sua ousadia nos negócios, a ponto de ser taxado às vezes de aventureiro. Tornou-se uma celebridade para o público em geral ao conquistar a maior fortuna do país.
Curiosidade: Tem sido alvo de investigação de uma operação da Polícia Federal, a qual recebeu ironicamente o nome "Toque de Midas", alusão ao Rei da Mitologia Grega que transformava em ouro tudo aquilo que tocava. Alguns especialistas dos setores petrolífero e minerador desconfiavam do rápido e vertiginoso enriquecimento de Eike, levando em conta o fácil êxito de seus negócios em setores demasiado competitivos.
2. Joseph Safra (foto: Joseph, à esq, e Moise Safra, à dir.)
Ranking Geral/Forbes: 62
Fortuna: US$ 7.0 Bilhões
Juntamente com seu irmão, Moise Safra, controlam o sexto maior banco privado do País, o Safra. Joseph vem acelerando os negócios internacionais da família, muito além das fronteiras americanas. Estão no ramo das telecomunicações. Em Israel apostaram com sucesso na empresa de telefonia celular Cellcom. Por meio da BellSouth, no Brasil investiram na BCP (que foi vendida para a Claro) e no México na America Movil. Eles ainda mantém a participação na empresa Aracruz Cellulose.
Curiosidade: Joseph Safra é Judeu devotado e faz doações regulares para diversas instituições, inclusive o Hospital Israelita Albert Einstein.
3. Jorge Paulo Lemann
Ranking Geral/Forbes: 92
Fortuna: US$ 5.3 Bilhões
Fundador do Banco Garantia e um dos donos da AmBev, Lemann está entre os banqueiros de investimentos mais badalados e imitados do País. Foi sua idéia a criação do GP Investimentos, o primeiro e o maior fundo de private equity do Brasil. Sua especialidade é comprar pedaços de empresas (como Telemar, Ferrovia Centro-Atlântica e Gafisa), dar um impulso na companhia e revender as ações com lucro.
Curiosidade: Filho de suíços, Lemann foi tenista na mocidade, tendo representado a Suíça na Copa Davis de 1962. Foi pentacampeão brasileiro de tênis.
4. Aloysio de Andrade Faria
Ranking Geral/Forbes: 196
Fortuna: US$ 3.1 Bilhões
O banqueiro exibe o vigor de um jovem. Em 1998, vendeu o Banco Real aos holandeses do ABN Amro por US$ 3 bilhões, para fundar um outro, o Alfa. Também é acionista majoritário de um grupo que inclui os hotéis e as rádios Transamérica, as lojas Casa & Construção, a rede de sorveteria La Basque e diversas fazendas.
Curiosidade: Formou-se em Medicina, mas pouco exerceu a profissão. Tornou-se banqueiro com a morte do pai e levou o antigo Banco da Lavoura, um banco de médio porte do estado de Minas Gerais, a tornar-se o Banco Real, um dos maiores bancos do Brasil.
5. Dorothéa Steinbruch (foto: filho de Dorothéa)
Ranking Geral/Forbes:205
Fortuna: US$ 3.0 Bilhões
Viúva, mãe de três filhos é dona da maior empresa de aço do Brasil, Companhia Siderurgica Nacional (CSN). As famílias Steinbruch e Rabonovitch, através da Vicunha Textile, pagaram 800 milhões em 1993 para controlar a CSN. Recentemente a família Steinbruch comprou a parte dos Rabinovitch, hoje avaliados em mais de 900 milhões por 588 milhões.
Curiosidade: Não trabalha na administração da empresa, deixando essa tarefa para seu filho Benjamin. Dorothéa é a única mulher do brasil que aparece entre os mais ricos no brasil.
6. Antonio Ermirio de Moraes
Ranking Geral/Forbes: 224
Fortuna: US$ 2.8 Bilhões
O empresário Antônio Ermírio de Moraes dispensa apresentações. Dono de um dos maiores grupos empresariais do País – o Grupo Votorantim. Formado em engenharia metalúrgica na Universidade do Colorado, nos EUA, em 1945. Na volta dos EUA, foi trabalhar na CBA (Companhia Brasileira de Alumínio), em 1949. Hoje, preside a empresa, que é a segunda maior produtora de alumínio do País.
Curiosidade: Aventurou-se na política, lançou-se à candidatura ao governo do Estado de São Paulo em 1986, ficando em segundo lugar. Pela intensa atividade social e pela trajetória empresarial ascendente, o empresário é um dos ícones e referência mundial da classe empresarial. É autor de três peças de teatro, duas já lançadas: Brasil S.A., Acorda Brasil e S.O.S Brasil.
7. Marcel Herman Telles
Ranking Geral/Forbes: 285
Fortuna: US$ 2.4 Bilhões
Em parceiria com outros brasileiros bilionários, Telles investiu e ajudou a tornar a AmBev a terceira maior empresa de cerveja do mundo antes de se juntar a Interbrew em 2004 formando a InBev. Telles comanda a InBev que está se expandindo e desenvolvendo em países como a China.
8. Moise Safra (foto: Joseph, à esq, e Moise Safra, à dir.)
Ranking Geral/Forbes: 318
Fortuna: US$ 2.1 Bilhões
Juntamente com seu irmão, Joseph Safra, controlam o sexto maior banco privado do País, o Safra.
Curiosidade: Graças a seu irmão, Joseph, os negócios da família vem acelerando, principalmente os internacionais, e muito além das fronteiras americanas. Estão no ramo das telecomunicações.
9. Carlos Alberto Sicupira
Ranking Geral/Forbes: 318
Fortuna: US$ 2.1 Bilhões
Participante do trio de investidores e banqueiros que criaram a AmBev, uma das maiores empresas de cerveja do mundo. Sicupira tem grande participação nas Lojas Americanas.
Curiosidade: Ele se diverte praticando caça submarina, que inclusive possui diversos recordes mundiais.
10. Abilio dos Santos Diniz
Ranking Geral/Forbes: 468
Fortuna: US$ 1.5 Bilhão
Assumiu o controle da Companhia Brasileira de Distribuição (Grupo Pão de Açúcar) em 1991, quando a empresa estava à beira da bancarrota, com faturamento anual de R$ 1,7 bilhão e prejuízo de R$ 110 milhões. Diniz comandou a volta por cima, reconquistando a liderança do mercado que tivera na década de 1980. Também detém o controle acionário do Grupo Sendas, a maior rede de supermercados do Rio de Janeiro.
Curiosidade: Provavelmente próximo ranking deve subir um pouco mais, afinal, o Grupo Pão de Açúcar fechou a compra da rede Ponto Frio em 7 de junho de 2009 e tornou-se líder no varejo brasileiro, com cerca de R$ 26 bilhões de faturamento. A participação dos controladores do Ponto Frio foi adquirida por R$ 824,5 milhões.
11. Guilherme Peirao Leal
Ranking Geral/Forbes: 601
Fortuna: US$ 1.2 Bilhão
É Presidente Executivo, um dos fundadores, e membro do Conselho de Administração da Natura Cosméticos, empresa brasileira com mais de 3 mil funcionários, faturamento anual superior a R$ 2 bilhões, operando no Brasil, Bolívia, Chile, Argentina e Peru.
12. Julio Bozano
Ranking Geral/Forbes: 647
Fortuna: US$ 1.1 Bilhão
Começou com uma pequena distribuidora de valores, nos anos 1960, em sociedade com o ex-ministro Mário Henrique Simonsen. Com a venda do Banco Bozano, em 2000, para o Santander, afastou-se da linha de frente dos negócios no Brasil. É um dos principais sócios privados da Embraer.
Curiosidade: nos últimos anos, tudo o que o executivo tem feito é vender, vender e vender, transformando patrimônio em dinheiro e organizando a herança enquanto ele faz o que mais gosta: colecionar arte e cuidar de seus cavalos em seu bélissimo haras em Bagé e aproveitar a vida ao lado da família. Bozano é um grande entusiasta do turfe nacional sendo o proprietário do maior haras de criação de cavalos de corrida do Brasil, o Haras Santa Maria de Araras.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Que venha 2014!!!

Há muitos que criticam a realização de uma Copa no Mundo dentro de seu próprio país alegando gigantescos gastos para adaptação às rígidas exigências feitas pelo órgão máximo do esporte, a FIFA, enquanto milhões de pessoas vivem abaixo da pobreza precisando de assistência.
São inegáveis os altos gastos principalmente no Brasil em que foram selecionadas 12 cidades para sediar os jogos da Copa do Mundo de 2014. É evidente que até o presente momento não existem valores exatos para suportar tal evento, mas previsões sinalizam para algo entre os R$ 60 a R$ 100 bilhões de reais.
Tais valores animam principalmente a construção civil que promete ser o grande motor da economia brasileira nos próximos cinco anos. E não para por aí, a maioria dos investimentos são para uso e fruto da população do próprio país. Os investimentos abrangem as mais diversas áreas, entre elas: Transportes (expansão da rede metroviária; estacionamentos; novos corredores de ônibus; ampliação de aeroportos; trem bala) Telecomunicação (ampliação e melhora da qualidade dos serviços) Energia (reforço das redes de distribuição de energia e garantia de fornecimento nos horários de pico) Hotelaria (expansão para atender à demanda de aproximadamente 500 mil turistas) Infra-Estrutura (reforma e construção de estádios, com estacionamentos amplos, evitando congestionamento nos mesmos).
A expectativa é de que até 2014 a Copa impulsione o Produto Interno Bruto (PIB) do país de forma considerável, afinal, a cada um bilhão gasto estima-se a criação de 58 mil empregos diretos e indiretos; além de que a previsão acredita que a rede hoteleira lucrará R$ 218 reais/dia por cada turista (aguarda-se 500 mil turistas) e não seria justo esquecer o fabuloso projeto de ação social comandado entre a FIFA e o país sediador da competição construindo centros avançados com escolas, escolas esportivas, assistência social entre outros serviços prestados para os menos favorecidos, que funcionaram para o resto da vida.
Certamente uma Copa do Mundo exige muito, tanto em planejamento quanto em gastos, porém o retorno é notável seja social ou lucrativo, seja capitalista ou beneficente e afinal de contas estaremos todos ligados pela conquista do hexa ou hepta campeonato mundial.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

CLT nossa de cada dia

O novo Superintendente de Relações do Trabalho em São Paulo, José Roberto de Melo, tomou posse este mês e foi indicado pelo Deputado Federal, Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical, ao ministro do trabalho Carlos Lupi.
José Roberto de Melo, ex-diretor de Recursos Humanos de várias multinacionais durante 40 anos, diz que é preciso reformar a legislação trabalhista. Segundo Melo, que já defendeu a tese de que a CLT (Consolidação
das Leis do Trabalho) deveria ser jogada no lixo, hoje aposta em sua modernização.
Note-se que mais uma vez o governo almeja espetar a já tão furada CLT. É uma leizinha aqui, uma emendinha ali e quando ver tudo que nossos antecessores e muitos de nós mesmo lutamos para conseguir estará perdido.
Os sindicatos que deveriam ser os responsáveis pela luta em favor dos trabalhadores hoje é dominada por “homens” do governo e como exemplo a pouco citamos o Deputado Federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) que também é presidente da Força Sindical e entre muitos outros infiltrados entre os muitos sindicatos.
Do que adiantaria sindicatos terem representatividade dentro das empresas se aqueles atuam em favor destes.
Os trabalhadores devem ser a favor de uma reforma trabalhista, mas de uma forma justa. Uma nova CLT com participação igualitária entre agentes do governo e trabalhadores capacitados a representar o povo, uma vez que os escolhidos para tal função não conseguem um bom “desempenho”, desta forma sim o trabalhador não seria tão lesado como de vez em quando é.

Uma nova CLT sem a participação do verdadeiro povo faria a população implorar por emprego, quando desempregado, e suportar a própria crucificação de mãos atadas e pés descalços dentro das empresas.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Eleições 2010 - Uma breve diagnosticação

Próximo ano é período de eleição e desde já o assunto repercute como nunca aconteceu. Até o momento Dilma Rousseff, José Serra e Aécio Neves lutam para se lançarem na empreitada à presidência da nação brasileira.
No entanto um improvável empecilho assombra a candidatura dos três políticos citados e outros que possam surgir. Este empecilho conhecido como "Lulismo" criado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva caiu na graça do povo e 51% da população pede bis, ou melhor “tris”.
A possibilidade de um terceiro mandato a lula é vista como impossível, afinal, o Brasil é um país em que predomina o presidencialismo puro em que a competição eleitoral é a essência da democracia e um terceiro mandato surge como um golpe
E não é por menos que Lula seja aclamado, afinal, é gigante a auto-promoção realizada para burlar certos problemas (corrupção, crise...). Em 2003, a presidência anunciou em 499 veículos de comunicação; já em 2009 um total de 2.597 foram contemplados nas mais diversas áreas da comunicação (rádios, TV, Internet, blogs).
Em momento algum criticamos o governo realizado por Lula (aprovado pela nação), neste contexto o presidente surpreendeu a maioria, para não dizer a todos.
O polêmico terceiro mandato é visto como um erro, e felizmente incluo-me aos
49% que rejeitam tal idéia. Atualmente o Brasil vive um momento único no que diz respeito a consolidação da democracia, que prevê a alternância de poder, assim, Lula sendo de formação e orientação republicana e estadista deve abrir mão de tal idéia, Lula em momento algum demonstrou interesse mas por via das dúvidas, e atuar como exemplo para uma república federativa democrática brasileira.