Nesta quinta feira os 12 países sul-americanos membros da Unasul (União das Nações Sul-Americanas), mantiveram uma tensa reunião na cidade argentina de Bariloche para tentar amenizar a crise causada pelo acordo da Colômbia de permitir a instalação de sete bases militares estadounidenses.
O presidente colombiano, Álvaro Uribe, mostrou-se muito inflexível afirmando que ninguém poderia por em dúvida seu direito de firmar acordos com outros países para lutar contra crimes como o narcotráfico e o terrorismo, que são fortes no país do mandatário.
A reunião é tida como um marco importante para a América do Sul, pois foi a primeira vez que a região debateu sobre uma questão altamente polêmica, a presença militar de outros países na região.
O presidente venezuelano Hugo Chávez, contrário a construção das bases, leu vários parágrafos de um documento norteamericano que circula pela Internet e, afirmou, que o texto resume as necessidades estratégicas da Força Aérea dos Estados Unidos e do interesse em instalar bases em países distintos.
A anfitriã, presidenta argentina Cristina Kirchner(foto: á esquerda) apoiada pela presidenta do Chile Michele Bachelet(foto: à direita), tentou opinar possíveis soluções como detalhar o plano para a instalação das bases e enviar um Conselho Sul-Americano de Defesa para vistoriar a Colômbia.
A reunião ficou insuportável ao fim do dia quando Chávez esteve a ponto de jogar ao ar todo progresso de um dia de trabalho ao acusar de que paramilitares colombianos teriam tentado matá-lo. Uribe exigiu provas e o clima ficou muito pesado. Foi nesse momento que Lula, inspirador da Unasul, deu um murro na mesa e exigiu que se encerrassem as acusações e enfrentamentos, afinal estava tudo sendo transmitido por diversos canais de televisão.
O presidente colombiano, Álvaro Uribe, mostrou-se muito inflexível afirmando que ninguém poderia por em dúvida seu direito de firmar acordos com outros países para lutar contra crimes como o narcotráfico e o terrorismo, que são fortes no país do mandatário.A reunião é tida como um marco importante para a América do Sul, pois foi a primeira vez que a região debateu sobre uma questão altamente polêmica, a presença militar de outros países na região.
O presidente venezuelano Hugo Chávez, contrário a construção das bases, leu vários parágrafos de um documento norteamericano que circula pela Internet e, afirmou, que o texto resume as necessidades estratégicas da Força Aérea dos Estados Unidos e do interesse em instalar bases em países distintos.
A anfitriã, presidenta argentina Cristina Kirchner(foto: á esquerda) apoiada pela presidenta do Chile Michele Bachelet(foto: à direita), tentou opinar possíveis soluções como detalhar o plano para a instalação das bases e enviar um Conselho Sul-Americano de Defesa para vistoriar a Colômbia.
A reunião ficou insuportável ao fim do dia quando Chávez esteve a ponto de jogar ao ar todo progresso de um dia de trabalho ao acusar de que paramilitares colombianos teriam tentado matá-lo. Uribe exigiu provas e o clima ficou muito pesado. Foi nesse momento que Lula, inspirador da Unasul, deu um murro na mesa e exigiu que se encerrassem as acusações e enfrentamentos, afinal estava tudo sendo transmitido por diversos canais de televisão.













































