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Antes do presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula Da Silva, embarcar para La Habana, Cuba, o mandatário exigiu explicações à Organização das Nações na Cúpula de Unidade da América Latina e Caribe, realizada em Cancún, no México.
Lula manifestou sua solidariedade à Argentina, que tenta tomar posse das Ilhas Malvinas (ação recusada pela ONU), e questionou "qual é a razão geográfica, política e econômica que a Inglaterra controla as ilhas sendo que estas estão praticamente ao lado da Argentina?".
Durante o discurso Lula criticou "o porque a Inglaterra participa como membro permanente do Conselho de Segurança da ONU”, “É inaceitável que a ONU siga com o Conselho de Segurança representado por interesses da Segunda Guerra Mundial e não levem em conta as mudanças que aconteceram no mundo”.
Lula manifestou que “os conflitos no Oriente Médio seguem por conta dos interesses dos Estados Unidos, enquanto na realidade a ONU deveria assumir a responsabilidade de negociar a paz". Os reclames de Lula contra a ONU não pararam por aí, estenderam ao Irã “a ONU se afastou da causa e os países individualmente assumem as discussões em vista da pouca representatividade desta organização”.
Abordou o caso Haiti afirmando que “já existia uma miséria histórica a única diferença é que o terremoto nos fez enxergar e sensibilizar com as condições de vida dos haitianos”. Para encerrar alfinetou a ausência de Honduras na Cúpula, “ficou travado o governo eleito pelo povo e não podemos permitir que juntas militares prevaleçam, porque isso nos leva a pensar que nós líderes somos dispensáveis”.
Encerrada sua participação na Cúpula, Lula voou, na terça mesmo, para Cuba para dar o último apoio ao governo cubano antes de abandonar o poder. A quarta viagem ao país tem dois objetivos principais: apoiar a política da revolução castrista e analisar a atual situação de setores estratégicos da economia cubana, como infra-estrutura, em um momento que a falta de liquidez e a crise asfixia a forma de governo da ilha.
No país, Lula visitou as obras de ampliação e modernização do porto de Marial, uma empresa de importância capital para o governo cubano que o Brasil financiou com 300 milhões de dólares.
Além disto, Lula já aprovou 1 bilhão de dólares para financiar a compra de alimentos e iniciar a produção de arroz e cana de açúcar no país. Para fechar a cota do companheirismo brasileiro logo será construída uma fábrica de lubrificantes pela brasileira Petrobrás.
O respaldo de Lula a família Castro é absoluto. Jamais o brasileiro tocou no assunto ‘direitos humanos’ afinal, existem inúmeros presos políticos que solicitam a anos um encontro com Lula para que este interceda por suas liberações, no entanto Lula apenas ignora a petição.
Tentando alçar vôo
As superáguias voltam ao mundial após se classificar no último momento. A seleção da Nigéria graças a uma equipe formada pela mescla de jogadores experientes e jovens promessas terão a quarta oportunidade de disputar o torneio intercontinental em 2010.
Seu plantel é formado com jogadores da Copa do Mundo de 1994, com vice-campeões do Sub20 de 2005 e com campeões de 2007 no Sub17, mas o conjunto africano apresenta um futebol de primeiro nível.
Comandado pelo técnico local Shuaibu Amodu pela terceira vez (1996, 2000 e 2010) o plantel conta com Nwankwo Kanu e Joseph Yobo como os mais experientes do conjunto, porém serão as caras novas Stephen, John Obi Mikel, Taye Taiwo e Obafemi Martins que poderão surpreender na África do Sul.
O Zorro do deserto
Após 24 anos sem disputar uma Copa do Mundo a Argélia terá a oportunidade de participar da África do Sul graças ao treinador Jeque Rabah Saâdane, de 63 Anos. A maioria dos atletas desta seleção atuam na França, assim o futebol apresentado pela Argélia é muito semelhante ao estilo europeu com uma defesa dura e um meio-campo afinado.
De Buen Pie.
O experiente Saâdane conta com uma equipe ordenada, um meio-campo que combina o combate com a habilidade individual e um ataque certeiro.
Antar Yahia é um dos pilares da defesa dos Zorros do Deserto e marcou o gol da classificação ante o Egito, Madjid Bougherra, Nadir Belhadj e o goleiro Lounes Gaouaoui completam a defesa argelina. No meio-campo estão os melhores homens do plantel com o armador e capitão Yazid Mansouri, Son Karim Ziani e Mourad Meghni encarregados de levar a bola próximo ao gol rival. O jovem Karim Matmour é a promessa da equipe com talento e juventude para esbanjar nas quatro linhas do campo e seu companheirono ataque é Rafik Saïfi.
Em busca da administração de talentos
A Argentina vai á África do Sul graças a um milagre. Os hermanos suaram muito a camisa para conseguirem a última vaga da América após um confronto inplacável com o Uruguai.
No primeiro turno das Eliminatórias a seleção manteve-se irregular, desta forma o então treinador Alfio Basile foi demitido. Em um ato de coragem a AFA – Associação do Futebol Argentino colocou Maradona como treinador da equipe. O ex-jogador é considerado o maior ídolo do futebol argentino, no entanto, sem experiência como treinador mostrou-se perdido em varias partidas.
Com um plantel altamente capaz esperava-se que esta seleção estivesse entre os mais cotados a serem os novos campeões do mundo, mas não é o que é posto em prática.
Maradona conta com o atual melhor jogador do mundo, Messi, e candidato a craque da Copa. Os atacantes Tevez e Agüero são coadjuvantes de peso. Do meio para trás, há a experiência de Verón, Zanetti, Mascherano, Cambisasso, Maxi Rodríguez. Basta esperar que Maradona consiga montar uma estrutura de time que consiga lutar pelo tricampeonato mundial.
Força, garra e coração
Com estas três palavras o Paraguai resume seu atual espírito. Sob o comando de Tata Martino a equipe segue motivada a quebrar um tabu nesta copa: ultrapassar as oitavas de final.
Ao tomar posse da seleção paraguaia, Gerardo Martino, realizou mudanças drásticas na seleção nacional. Após o fracasso na Alemanha em 2006 o treinador decidiu montar um plantel novo, habilidoso e com muita fome de glória. Com uma formação 4-4-2 diferenciada o técnico argentino soube diferenciar sua equipe.
Exceto o goleiro Justo Villar todos as outras dez posições do campo sofreram uma forte rotação durante as Eliminatórias. Paulo da Silva foi um dos poucos a ser chamado varias vezes nas Eliminatórias, porém não tem lugar garantido na equipe titular.
O treinador conta com atletas como Julio César Cáceres, Claudio Morel Rodríguez ou Marcos Cáceres. Ao meio-campo Cristian Riveros é o que mais participou do time e talvez seja titular, mas existem outros bons atletas neste setor como Jonathan Santana e Néstor Ortigoza. No ataque dispõe de Salvador Cabañas(foto), Oscar Cardozo (temível goleador) e Jorge Achucarro.
O time leva tão a sério o lema "ÑAMEÊ KORASO MBARETE" que chegou a gravá-lo na nova camiseta e que significa “Força, Coração e Garra” em guarani.
A revanche latino-americana
Depois de não participar da Copa do Mundo da Alemanha 2006 o Uruguai volta à disputa pelo título mundial. Com um desempenho bem abaixo da média, nas Copas, o time ganhou apenas um jogo dos últimos 16 disputados pela competição.
O plantel de Oscar Tabárez quer voltar a regularidade que tinha a seleção uruguaia nos tempos da vanguarda, mas para isso será necessário muito trabalho pois a seleção se classificou para a África do Sul sofrendo até o último minuto.
Foi campeão da Copa em 1930 (Primeiro mundial da história) e em 1950. O time possui atletas habilidosos e com gana, mas é muito desordenado. O Uruguai tem em vista um projeto a longo prazo que envolve as divisões juvenis e que começa a dar bons frutos. Tabárez é considerado um herói para muitos técnicos, pois desde que assumiu a seleção em 2006 a Associação Uruguaia de Futebol (Auf) já teve quatro presidentes.
A equipe sempre é a mesma é só recebe alterações por motivo de lesões ou suspensões. Um dos principais problemas é o gol, devido a lesões ou falta de continuidade no trabalho. Fabián Carini, Juan Castillo, Sebastián Viera, Fernando Muslera, Diego Forlán e Diego Lugano são nomes fortes que qualificam a seleção do Uruguai.
A empresa Electrificación del Caroní (Edelca), responsável pelo complexo hidrelétrico de Guri, o mais importante da Venezuela, faz tudo que pode para fornecer boa energia para o país, que hoje enfrenta a crise elétrica mais grave de toda a história. A população ao ver a complexa crise decidiu recorrer ao único realizador de milagres, Deus. Um bom exemplo disto é que na última semana a direção da companhia convocou seus trabalhadores a uma missa para rogar ao Todo Poderoso uma solução emergencial.
Hugo Chávez culpa o ocorrido ao fenômeno climático ‘El Niño’, ao aquecimento global e ao consumismo capitalista. Já segundo um estudo da Datanálise realizado recentemente, 80% dos venezuelanos culpam ao mau desempenho do Governo na hora de enfrentar a crise elétrica, e 29%, a Chávez. Uma culpa que começa a ter conseqüências na popularidade do mandatário. Pela primeira vez Chávez começa a ser visto como um dos responsáveis dos problemas do país e isso reduziu-lhe 10% do nível de aceitação pública. Em fevereiro de 2009 a popularidade de Chávez superava 60% e desde o último dezembro vem oscilando entre os 50%, algo de ser admirado após 11 anos de governo.
O aparente desencanto com o Governo não é apenas pela falta de eletricidade. Há crise na prestação de serviços, considerada a questão que mais afeta a vida cotidianao dos venezuelanos. Frente ao racionamento de energia as donas de casa salgam carnes para evitar perdas, os rios que passam por Caracas se tornaram aquários sem peixes, e em cada casa é possível ver vasos, garrafas e baldes para armazenar água, pois o governo anunciou o corte do serviço de águas por três ou quatro dias. A segurança é um problema alarmante. Com menos de 250 euros qualquer um compra uma arma ilegal, até mesmo crianças.
A rede de saúde é socorrida principalmente por médicos cubanos que oferecem apenas atenção médica primária: casos de febre, diarréia, nada de emergências e muito menos feridos de bala. Em Caracas existem apenas 15 hospitais para casos mais graves, no entanto, falta pessoal e equipamentos hospitalares, desta forma os pacientes chegam a esperar de três a quatro meses para uma operação. Um exemplo da situação do país, Maria Chacón era operada de um abscesso abdominal quando cortaram o serviço elétrico e manteve-se uma semana com o abdômen aberto até que foi restabelecida a energia.
Após anos de bonança parece que a famosa escritora Joanne Kathleen Rowling volta a viver a realidade. Desde o lançamento, em 1997, a saga do jovem mago ganhou popularidade e sucesso comercial no mundo todo. Com um total de sete livros publicados, a série já vendeu 490 milhões de exemplares mundialmente. Graças ao grande sucesso dos livros, Rowling tornou-se a mulher mais rica na história da literatura. No entanto, as primeiras seqüelas da saga multimilionária Harry Potter começam a aparecer. Harry Potter é acusado por plágio pelos herdeiros de um homem de negócios australiano chamado Adrian Jacobs.
O motivo da acusação é um livro publicado em 1987 e nomeado ‘as aventuras de Willy o Mago’. Um livro que segundo os herdeiros de Jacobs introduz conceitos e temas como: Prisões de magos, hospitais de magos e colégios de magos que Rowling, supostamente, teria descoberto e começado a explorar depois de uma década.
A coincidência seria irrelevante se Rowling e Jacobs não fossem agenciados pela mesma
pessoa: Christopher Little, homem que hoje administra a marca do jovem mago em todo o mundo e que já trabalhava para Rowling quando foi publicado o 4º livro 'Harry Potter e o Cálice de fogo', o livro em que se centra a demanda.
Jacobs não era um escritor e sim um advogado e um homem de negócios que perdeu sua fortuna na crise da bolsa de valores em 1987. Publicou seu livro por incentivo de seus amigos, aos que gostavam de contar as histórias do menino mago. Ele sozinho, sem a ajuda de nenhuma editora. E vendeu apenas 5.000 exemplares. Morreu arruinado em um hospício australiano.
Em junho do ano passado, as acusações chegaram aos ouvidos da editora britânica Bloomsbury, que publica os livros de Harry Potter na língua inglesa. Um porta-voz dfiniu os rumores como ‘infundados, falsos e sem sustância’ e disse que os herdeiros de Jacobs eram incapazes de identificar uma so passagem de plagio nos sete volumes de Harry Potter. Umas palavras que não desanimaram os herdeiros de Jacobs, que propõem apresentar também acusações contra os filmes de Harry Potter e contra o parque temático sobre o menino mago.
A grande surpresa européia
Com um tempo de vida muito curto, desde sua separação com a extinta Iugoslávia, a Eslovênia se prepara para sua segunda Copa do Mundo. A equipe de Matjaz Kek prometeu dar um salto de qualidade na África do Sul após provar capacidade ao deixar para traz República Checa e Polonia, e a Rússia na repescagem.
A seleção Eslovênia foi criada em 1991 e seu atual treinador mescla jogadores de experiência com jovens promessas. A maior virtude dos eslovenos é baseada na sua fechadíssima defesa e os responsáveis por esta barreira humana são Miso Brecko, Marko Suler e Bostjan Cesar formando uma linha de três ao fundo. Conta essencialmente com a experiênia de três jogadores: o atacante Milivoje Novakovic, o arqueiro Samir Handanovic e o capitão Robert Koren, um volante com muita ordem tática e cortes na metade do campo.
Sozinhos. Querem surpreender
Pela primeira vez na história a Sérvia disputa uma Copa do Mundo sem a companhia das repúbicas que integravam a ex-Iugoslávia. O time vai à Copa com a convicção de que os atuais favoritos não voltarão para seus paises com o título mundial. O que suporta a afirmação do time são os antecedentes da seleção sérvia.
Com uma excelente campanha nas Eliminatórias disputou dez partidas e ganhou sete terminando em primeiro lugar do grupo 7 da Europa, jogando a França para a repescagem. A Federação de Futebol Sérvio confiou à capacidade técnica de Radomir Antic, experiente técnico que passou por Real Madrid e Barcelona. Dejan Stankovic é o jogador símbolo da equipe.
Logo após a posse de Antic rapidamente o plantel sérvio demonstrou um futebol vistoso, ofensivo e generoso, mostrando aos europeus do grupo 7 a sua força. Entre os atletas mais importantes estão: Nikola Zigic, Branislav Ivanovic, e o líder da equipe sérvia é um velho conhecido mundial Stankovic.
"Oxalá não levem a Casa Rosada quando sairem"
Este é o pensamento do setor crescente de insatisfeitos com a promessa de um governo argentino progressista, o de Cristina Fernándes Kirchner, que assumiu o poder em 2007 com a promessa de distribuir a riqueza do país e lutar contra a alta corrupção. O desprestigio do matrimonio presidencial cresce momento a momento, a medida que se acumulam denuncias e escândalos por enriquecimento ilícito que tentam tapar a qualquer custo com iniciativas políticas.
A mandatária acusa repetidamente aos meios de comunicação de orquestrar um complô informativo contra a família Kirchner, no entanto o patrimônio dos Kirchner multiplicou-se por sete desde 2003. Néstor Kirchner, marido e antecessor de Cristina Kirchner na presidência da Argentina, carrega em sua pasta uma quantidade inigualável de acusações como informação privilegiada para fazer compras-e-vendas, venda de terreno público. Os colaboradores da família Kirchner também são postos à berlinda por enriquecimento ilícito com aumentos patrimoniais que vão de 750 a 11.000% em cinco anos.
Enquanto os bolsos dos apoiadores do Kirchnerismo se enchem a inflação consome o país de forma inacreditável. Diversas consultoras privadas pregavam um crescimento entre 1,9% e 2,3% do Índice de Preços ao Consumo (IPC) enquanto 1% era o pregado pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec), criticado a anos por manipular dados oficiais. Existe um erro gritante nas pesquisas realizadas, ou pelo Indec, ou pelos economistas independentes. Por um lado o governo anuncia uma inflação de 7,7% enquanto isso economistas afirmam ter superado 22%. Vá se saber em quem confiar...
Não sou graduado em jornalismo, assim, não sou jornalista. Tampouco PTista, PMDBista, PSDBista ou algum ‘ista’ por aí... sou alguém tentando ver e crer em um país cada vez melhor... No entanto última semana ao ‘passear’ por alguns sites dei de cara com um Blog defensor da excelentíssima ministra Dilma Rousseff.
Neste blog vi uma matéria postada pelo blogueiro Fábio Rodrigues me chamou muito a atenção, dizia: ‘O povo brasileiro, que ampla maioria é honesto e trabalhador, está de alma lavada com a prisão do governador do Distrito Federal, José Arruda (sem partido / ex-DEM)... Ver um agente político preso é sem dúvida uma luz no fim do túnel nesse mar imenso de corruptos e caras de pau... Pessoas transvestidas de defensoras da democracia, da justiça social e da governabilidade transparente. Assaltam literamente os cofres públicos, pois as penas são muito brandas...’.
Uma excelente postagem, no entanto a aceitação da matéria foi tão grande que acabou se tornando postagem de blogs PTistas como forma de boicote a José Serra por uma antiga ligação com o ex-governado distrital. Não estou aqui para defender ninguém, mas com que direito alguns petistas se vêem na posição de acusadores??? Os seguintes nomes não refrescam nada aos PTistas???
1.Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT; 2.Gilberto Carvalho, chefe de gabinete de Lula; 3.João Magno (PT-MG); 4.João Paulo Cunha (PT-SP); 5.José Adalberto Vieira da Silva (PT-CE); 6.José Dirceu; 7.José Genoíno, ex-presidente do PT; 8.José Mentor (PT-SP); 9.Jose Nobre Guimarães (PT-CE), irmão de José Genoíno; 10.Josias Gomes (PT - BA); 11.Juscelino Dourado, chefe de gabinete do ministro da Fazenda, Antonio Palocci; 12.Luiz Gushiken, ex-dirigente da SECOM (Secretária de Comunicação); 13.Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) Sem envolvimento provado no Mensalão; 14.Marcelo Sereno, ex-secretário de Comunicações do PT; 15.Paulo Rocha (PT-PA); 16.Professor Luizinho (PT-SP); 17.Raimudo Ferreira Silva Júnior, vice-presidente do PT no Distrito Federal; 18.Ralf Barquete, assessor de Antonio Palocci em Ribeirão Preto; 19.Rogério Buratti, ex-secretário de Antonio Palocci em Ribeirão Preto; 20.Sérgio Gomes da Silva, assessor de Celso Daniel; 21.Silvio Pereira, ex-secretário Geral do PT; 22.Vladimir Poleto, economista e ex-assessor de Antonio Palocci em Ribeirão Preto; 23.Wilmar Lacerda, presidente do PT no Distrito Federal; 24.Waldomiro Diniz, assessor do ministro da Casa Civil José Dirceu.
Quase 25 nomes com participação em esquemas de propina e derivados e querem cobrar exemplos??? Realmente não sei em que ponto chegaremos. Um total discompasso rege a orquesta política, o povo se faz de acostumado, sonhos por um futuro melhor vêm e vão. O quanto será necessário perder para um grito de justiça ser dado...
O que não pode faltar
A Coréia do Sul é a equipe mais forte da Ásia. Participa da copa, seguidamente, desde 1986. O plantel é comandado pelo sul-coreano Huh Jung-Moo que tentará mostrar que o quarto posto conquistado na Alemanha 2006 auxiliando o experiente treinador Guus Hiddink no comandando do time asiático não foi um milagre. Conta como jogador referência e capitão o atleta do Manchester United Park Ji-Sung.
O time sul-coreano tem um longo histórico com treinadores holandeses, tais como Guus Hiddink, Jo Bonfrere, Dick ADvocaat, Pim Verbeek. E recentemente decidiram dar crédito ao treinador local Huh Jung-Moo, que comanda o time pela terceira vez: 12 dias em 1995 e dois anos entre 1998 e 2000.
A república coreana sonha estar entre os grandes nesta Copa. Conta com grandes jogadores como Park Ji-Sung, Lee Young-Pyo e Seol Ki-Hyeon e outras tantas promessas, entre elas o jogador do Mônaco Park Chu Young.
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A fúria Comunista
A Coréia do Norte disputará sua segunda Copa do Mundo, no entanto seus jogadores possuem pouco destaque no mundo do Futebol.
O treinador Kim Jong-Hun assegura a todos que irá com um time preparado para jogar de igual para igual com a formação: 4-5-1 e com um contra-ataque veloz como ponto forte e déficit no jogo aéreo.
O plantel comunista desenvolve uma filosofia de jogo muito defensiva para conseguir surpreender rapidamente com a dupla de ataque Hong Yong-Jo e Jong Ta-Se. Porem a Coréia do norte sofre com a altura da maioria de seus jogadores com menos de 1.80m e o jogo aéreo é seu grande ponto fraco tanto no ataque como na defesa.
O time de Kim afirma ter elaborado sua própria estratégia partindo dos homens que têm a disposição, nas partidas como visitante sempre abordam mais a tática defensiva jogando no contra-ataque, já em casa é possível o time realizar algumas mutações em seu estilo de jogo na esperança de demonstrar um futebol de qualidade e alcançar a tão desejada vitória.
A seleção dos altos e baixos consecutivos
A Grécia provou a glória em 2004, quando ganhou a EuroCopa, e dois anos mais tarde amargou a decepção de ficar de fora da Copa do Mundo da Alemanha. Desta vez a seleção grega não falhou no objetivo principal e conseguiu a classificação sob o comando do Técnico Alemão Otto Rehhagel.
O plantel grego não dispõe de atletas reconhecido internacionalmente, mas sabe muito bem quais são suas limitações e sabem abusar o máximo de suas virtudes. O atacante Angelos Charisteas, é a grande esperança ofensiva para a o torneio na África do Sul.
Desde a chegada de Otto Rehhagel a Grécia manteve um estilo bem claro de jogo, um sitema simples, mas que resultou em êxitos graças a uma química especial chamada motivação que faz os jogadores não se importarem em correr 50 metros para ajudar a recuperar a bola.
O arqueiro do time é o experiente Antonios Nikopolidis, no entanto com 38 anos, e Alexandros Tzorvas sente-se muito pressionado ao substituí-lo, com participações oscilantes. Provavelmente terá como titular o time em que venceu a Ucrânia na final da EuroCopa com Tzorvas, Papastathopoulos ou Kyrgiakos, Spiropoulos, Vyntra, Katsouranis, Karagounis, Salpingidis e Samaras e Charisteas, Rehhagel. A grande diferença desta equipe é que a Grécia Agora é uma equipe com malícia e astúcia e não uma equipe jovem e reprimida.
O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em seus quase oito anos de governo, nunca teve uma relação amistosa com a ala esquerda de sua formação, os mais conservadores do Partido dos Trabalhadores (PT), que consideram a política do ex-sindicalista excessivamente neoliberal e contrapõe a seus ideais progressistas fundamentais. Ambos trabalham juntos para que o PT continue no poder, no entanto, a relação entre os dois permanece tensa.
O PT, aproveitando que o congresso provavelmente aceitará a candidatura de Dilma Rousseff dia 18 como candidata a suceder Lula, quer aprovar um programa econômico qualificado de ‘estadista’. O mandatário reprovou imediatamente o plano. O plano é chamado Projeto Nacional de Desenvolvimento e propõe ‘uma maior presença do Estado na economia, com o fortalecimento das empresas estatais e das políticas de crédito dos três grandes bancos públicos: Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco de Brasil e Caixa Econômica Federal (CEF).
O documento aparece como a grande válvula de escape para a vitória da oposição, já que seria a clara demonstração de que o PT quer aproveitar o período pós-Lula par dar uma virada esquerdista à política econômica que tantos petistas convictos tentaram impor a Lula. Desta forma, pressupõe-se que a candidata de Lula, responsável em assumir o programa, está mais comprometida ao partido do que o próprio presidente.
Lula com seu aguçado tato político solicitou ao partido que mudem o texto. Seu grande temor é que a oposição usufrua de informações do passado de Dilma (ex-guerrilheira, autoritária e estadista) e ao mesclar com o programa a população tire conclusões de que a ministra seja uma ditadora, o oposto do que Lula foi nos últimos oito anos.
Animo renovado
Com um técnico que trabalha especialmente ns aspecto psicológico e com um meio-campo de alto nível, Gana quer mostrar que sua atuação na Alemanha em 2006 é a real forma do time jogar. O time conta com atletas renomados internacionalmente como Essien e Muntari para efetivar uma grande campanha na África do Sul.
O atacante Asamoah Gyan, outro bom jogador do plantel, nas entrevistas coletivas não esconde a motivação de todo o grupo e acredita que o time é muito poderoso e vai para sua segunda Copa do Mundo com a corda toda. O time ganês é dirigido pelo sérvio Milovan Rajevac (foto) desde 2008 e a principal mudança que o treinador fez foi mudar a mentalidade de seus atletas para que não temam quando enfrentarem time maior. A mensagem fixou bem nos selecionáveis. pois a seleção se classificou sem dificuldades e mostrando um futebol com muita ambição ofensiva.
O arco ganês é defendido por Richard Kingson. Na defesa se destacam atletas atuantes na Europa: Samuel Inkoom, John Pantsil e John Mensah. Com Michael Essien como grande figurante, a seleção conta com um meio-campo temível, com boa capacidade para recuperar a bola e contra-atacar
velozmente, soma-se a este Sulley Muntari e Stephen Appiah (foto: Michael Essien, Kwagna Asamoah, Haminu Draman e John Mensah) . A grande fraqueza do time é o ataque, às vezes pouco claro, o técnico intercala o mencionado Muntari ou Asamoah Gyan como segundo atacante e acrescenta outro volante e Matthew Amoah, jogador baixo mas com muita força no chute e preciso no gol conquistou seu lugar no ataque ganes.