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quarta-feira, 5 de maio de 2010

Bolívia nacionaliza três empresas elétricas

O presidente da Bolívia, Evo Morales, decidiu nacionalizar três empresas geradoras de energia com sócios internacionais e de uma cooperativa local, durante uma ação celebrada em empresa elétrica no Dia dos Trabalhadores. Com esta medida, o Governo passa a controlar 80% das geradoras de energia do país.
As empresas nacionalizadas são Corani, com participação de 50% pela Ecoenergy International, braço da francesa GDF Suez; Guaracachi, com sócia principal a britânica Rurelec PLC; e Valle Hermoso, onde 50% pertence à Bolívia.
Segundo Morales, o Governo compensará aos investidores que perderam seus direitos sobre as empresas nacionalizadas. Morales objetiva conseguir a curto prazo nacionalizar todas as empresas do ramo elétrico.
As empresas nacionalizadas foram ocupadas na madrugada do fim de semana por soldados e policiais preparados para combate caso houvesse alguma resistência.

domingo, 2 de maio de 2010

Hugo Chávez convida revolucionários ao Twitter

Antes mesmo de escrever sua primeira mensagem no Twitter, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, contava com 4.000 seguidores, dois dias após a criação de: @chavezcandanga contava com mais de 106.000 fiéis que já puderam ler várias mensagens do mandatário. Entusiasmado com a repercussão de sua entrada no mundo cibernético Chávez decidiu convidar a todos os revolucionários a usar a rede social Twitter para uma batalha ideológica. Os principais convidados são, o presidente da Bolívia, Evo Morales, e o líder cubano Fidel Castro.
Segundo análise no Twitter do venezuelano. 99% das mensagens recebidas são de saudações e reflexões de muito humor, porém algumas mensagens demonstram um ódio insaciável pelo Governo. No entanto, Hugo diz não se importar com as críticas, pois acredita que seu principal objetivo é manter um contato com o mundo.
Muitos mandatários criticaram Chávez por aderir a uma ferramenta capitalista, no entanto, o mandatário afirma que a Internet é de interesse mundial. O mais pontuado pelos críticos é a questão de Hugo ter declarado em diversas vezes que a Internet e todos os seus programas e benefícios eram armas ao terrorismo.