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A empresa japonesa Toyota alcançou algo inesperado no trimestre de Julho-Setembro, depois de três trimestres com perdas a maior montadora de veículos do mundo voltou a obter resultados positivos, graças aos efeitos dos planos de estímulo do governo e de um programa de redução de custos.
A cifra segue bem abaixo em relação a anos anteriores mas já é um bom sinal frente a crise econômica mundial.
Das grandes montadoras japonesas, Honda, Nissan e Toyota apenas a última prevê perdas no último trimestre, trabalhando, desta forma, totalmente com os pés no chão. Neste sentido a empresa anunciou que abandonará a Fórmula 1 em 2010 para reter gastos.
O faturamento semestral desde o iníco da crise caiu 31,3%, a 8,4 bilhões de yens, devido à caida das vendas em todas as regiões do mundo. Segundo perspectivas, durante todo o ano a montadora deverá faturar de 16,8 bilhões a 18 bilhões de yens.
Apesar dos prejuízos com a crise a Toyota demonstrou ao longo das últimas decadas que é capaz de suportar diversas formas de turbulencia.
Em 1950 o fundador da Toyota, Eiji Toyoda, ao ver grandes empresas como Ford esgotadas, em virtude da crise econômica de 1929, que se alastrou até 1945 (Segunda Guerra Mundial), decidiu revolucionar a linha de produção. Para Toyoda a empresa perfeita e com reais chances de lucro deveriam ampliar a oferta e a variedade de produtos com uma produção de giro rápido evitando estoques imensos. Logo este processo se tornou conhecido como Toyotismo.
Com a guerra da Coréia (1950-1953) a demanda por veículos de transportes para a batalha cresceu consideravelmente, desta forma, a Toyota com uma produção ágil se tornou a principal fornecedora. Assim, Toyoda conseguiu chamar a atenção de todo mundo para seu novo método de produção. (foto: Toyota BJ)
Por outro lado, logo após a Segunda Guerra Mundial a norte-americana Ford entrou em um lento processo de declínio. E exatamente em 2007 os gestores da empresa viram as suas vendas de carros despencarem 12% de uma só vez, o que lhes custou serem ultrapassados pela concorrente japon
esa Toyota.
Em 2008 chegou ao conhecimento da sociedade uma nova crise, na verdade iniciada em 2001 com o estouro da bolha da Internet agravada em 2005 quando iniciou-se uma constante mutação nas taxas de juros nos Estados Unidos.
Até 2005 a montadora norte-americana GM mantinha a liderança com folga, porém, seu grande erro foi dar maior ênfase nos Estados Unidos. Em 2006 devido aos altos juros a população iniciou uma redução nos gastos atingindo frontalmente a GM que passou a depender das filiais internacionais.
Em 2008 o governo EUA iniciou fortes cobranças a empresas que receberam dinheiro público para se reestruturarem, inclusive a GM. Não suportando as pressões deste ano (2009) a GM pediu concordata e cedeu o posto para a forte Toyota.
A Toyota demonstrou tato para os negócios, assistiu ao colapso das duas ex-maiores montadoras norte-americanas, e comprovou sua tese de que uma produção eficiente e inovadora é capaz de desafiar o monopólio norte-americano na produção de automóveis.
Saiu nesta quinta-feira, 12, o calendário do Mundial de Clubes 2009 da Fifa. Como já havia sido decidido em 2008 os Mundiais de 2009 e 2010 serão realizadas em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes entre os dias 9 e 19 de Dezembro.
Essa edição será a segunda a ser realizada fora do Japão, até então, a única edição disputada fora do Japão foi a de 2000, no Brasil, vencida pelo Corinthians. A partir deste ano o torneio será aberto a candidatura de outros países em um sistema de rodízio de sedes.
A competição será disputada por sete times. O campeão da Libertadores da América e da Liga dos Campeões, Estudiantes e Barcelona, respectivamente, que entrarão direto na semifinal.
O torneio começa dia 9, com a partida entre Al Ahli, do Egito, e Auckland City, da Nova Zelândia. O vencedor irá enfrentar na fase seguinte os mexicanos do Atlante. Deste segundo duelo sairá o adversário do Barcelona.
Na outra chave, Mazembe, do Congo, e Pohang Steelers, da Coreia do Sul, se enfrentam, dia 11. Quem levar a melhor encara o Estudiantes dia 15. A disputa final pelo troféu será travada entre os dois de cada chave no dia 19.
“Não pretendamos que as coisas mudem se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode acontecer às pessoas e aos países porque traz progressos. A criatividade nasce da angustia, como o dia nasce da noite escura.
É na crise que nasce a invenção, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise supera a si mesmo sem ser superado. Quem atribui à crise seus fracassos e dificuldades violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas que as soluções. Sem crise não há desafios, sem desafios a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há méritos. É na crise onde aflora o melhor de cada um porque sem crise todo vento é carícia. Falar de crise é promovê-la e calar na crise é exaltar o conformismo. Em vez disso trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora que é a tragédia de não querer lutar para superá-la.” Albert Einstein
Neste sentido gostaria de postar dez dicas dadas pelo Consultor espanhol Eduardo Navarro, especialista em empresas com graves problemas:
1. Tenha um plano estratégico e o siga fielmente - ‘Veja a luz ao fim do túnel’ isso é o que forma o plano estratégico porque mesmo que haja muitas barreiras, um plano dá a tranqüilidade de que no fim os resultados serão positivos. Deve-se conhecer onde está a organização e para onde ela esta se dirigindo.
2. Não entre em pânico – é muito habitual nestas situações entrar em psicose, e no lugar de buscar soluções, começa a queixar-se do que se sucede.
3. Seja otimista - Ainda que pareça mentira, nas organizações o otimista sempre demonstra estar mais ‘são’ do que o pessimista. Se a organização tiver um líder otimista e com idéias claras um estado de animo contagia a todos e multiplica os resultados.
4. Seja analítico - Em situações de mudanças, é bom questionar porque fazemos e como fazemos, porém, sempre analisando através de dados para tomar a melhor decisão.
5. Analise os negócios em que está e estude oportunidades de inversão de negócios interessantes em momentos turbulentos - Momento de turbulência é um bom momento para repensar em quais negócios estamos e quais gostaríamos de participar. Analisando as forças e fraquezas a curto, médio e longo prazo.
6. Focalize em seus melhores clientes - Aproximadamente 30% dos clientes não são fiéis e criar um vínculo com eles é uma fonte impressionante de rentabilidade.
7. Identifique riscos e oportunidades nas relações com os clientes - Em momentos difíceis deve-se levar em conta os impactos drásticos causados pelas políticas de financiamento. Nestes períodos as políticas de financiamento mundam drasticamente podendo criar um clima desagradável.
8. Corte custos radicalmente, porém não em atividades estratégicas – É importante que esta redução aconteça com uma clara visão a longo prazo e valorizando o valor percebido pelo cliente. Cortes como Marketing, formação acadêmica são os que nunca devem ser cortados.
9. Retenha bons talentos - Em momentos de crise é indispensável contar com os melhores e que tenham condições competitivas e somente será possível conservá-los se houver uma plano claro e bem comunicado.
10. Execute, execute e execute! - Isto soa sensível, porém segue sendo o grande desafio das empresas atuais. Após 9 conselhos somente falta por em marcha este último conselho.
Criada em 1895, a máquina de raio X foi eleita a melhor invenção de todos os tempos em votação realizada pelo Museu de Ciências de Londres. A eleição foi realizada pelo Museu de Ciências para marcar o seu centenário.
O equipamento recebeu 10 mil dos quase 50 mil votos computados pelo
museu, que pediu para os eleitores refletirem sobre o impacto da invenção no passado, no presente e no futuro. Com o aparelho fez-se possível, pela primeira vez, visualizar o interior do corpo humano sem a necessidade de abri-lo.
O setor médico foi uma das áreas que mais recebeu votos, com outras duas invenções no topo da lista: a penicilina (em segundo lugar) e a descoberta da estrutura do DNA (em terceiro).
Entre as dez invenções mais votadas está a nave Apollo 10, a máquina a vapor e o telégrafo. Exemplares dos objetos mais votados estão expostos no local.
Logo após o anuncio da lista preliminar dos candidatos à Bola de Ouro 2009, conseqüentemente, a Fifa apresenta seus candidatos ao título de Melhor Jogador do Mundo 2009. Enquanto na lista à Bola de ouro na América disputam 7 (Brasil: Diego, Júlio César, Kaká, Maicon e Luís Fabiano. Uruguai: Diego Forlán. Argentina: Messi), ao título de Melhor do Mundo existem apenas quatro do continente americano (Brasil: Luís Fabiano, Kaká e Diego. Argentina: Lionel Messi).
Como sempre o país com maior de jogadores indicados é a Espanha com Casillas, Iniesta, Puyol, Fernando Torres, David Villa e Xavi Hernández.
Do lado feminino, Marta, tenta receber seu quarto troféu de Melhor Jogadora do Mundo, e consta, ainda, na lista feminina a também brasileira Cristiane.
Em dezembro, a Fifa divulgará o nome dos cinco jogadores e cinco jogadoras finalistas. Os vencedores serão anunciados no dia 21 do mesmo mês, em Zurique. Os responsáveis à escolha do(a) Melhor do Mundo da Fifa será feita por técnicos e capitães das seleções, que não poderão votar em jogadores de seu próprio país.
INDICADOS AO PRÊMIO:
Homens:
Michael Ballack (ALE) - Chelsea
Gianluigi Buffon (ITA) - Juventus
Iker Casillas (ESP) 0 Real Madrid
Cristiano Ronaldo (POR) - Real Madrid
Diego (BRA) - Juventus
Didier Drogba (COM) - Chelsea
Michael Essien (GAN) - Chelsea
Samuel Eto'o (CMR) - Inter de Milão
Steven Gerrard (ING) - Liverpool
Thierry Henry (FRA) - Barcelona
Zlatan Ibrahimovic (SUE) - Barcelona
Andrés Iniesta (ESP) - Barcelona
Kaká (BRA) - Real Madrid
Frank Lampard (ING) - Chelsea
Luís Fabiano (BRA) - Sevilla
Lionel Messi (ARG) - Barcelona
Carles Puyol (ESP) - Barcelona
Franck Ribéry (FRA) - Bayern de Munique
Wayne Rooney (ING) - Manchester United
John Terry (ING) - Chelsea
Fernando Torres (ESP) - Liverpool
David Villa (ESP) - Valencia
Xavi (ESP) - Barcelona
Mulheres:
Nadine Angerer (ALE)
Sonia Bompastor (FRA)
Cristiane (BRA)
Inka Grings (ALE)
Mana Iwabuchi (JPN)
Simone Laudehr (ALE)
Marta (BRA)
Birgit Prinz (ALE)
Kelly Smith (ING)
Abby Wambach (EUA).